Start-stop: por que esse tipo de carro pede bateria EFB ou AGM
No start-stop a bateria dá muito mais partidas e sustenta o carro com o motor desligado, por isso a troca precisa respeitar a tecnologia original, EFB ou AGM.
No carro com start-stop, o motor desliga sozinho no semáforo e no anda e para do trânsito, e volta a funcionar na hora de sair. Parece simples, mas muda completamente a rotina da bateria.
Primeiro, ela dá muito mais partidas ao longo do dia. Segundo, enquanto o motor está desligado, é a bateria que segura tudo sozinha: faróis, limpador, som, painel. Ela descarrega um pouco a cada parada e precisa recuperar essa carga logo em seguida, várias vezes no mesmo trajeto.
É para esse trabalho que existem as baterias EFB e AGM. A EFB é uma evolução da bateria convencional, com reforços internos, e costuma equipar os sistemas start-stop mais simples. Na AGM, o eletrólito fica absorvido em mantas de fibra de vidro, e ela aparece nos sistemas mais avançados, como os que aproveitam a energia das frenagens para recarregar.
Revendedores, instaladores e distribuidores do Brasil todoQuero anunciarA bateria convencional funciona muito bem no carro para o qual foi projetada. No start-stop a exigência é outra, e fora da aplicação ela se desgasta rápido. Podem aparecer dificuldade na partida, falhas no próprio start-stop e alertas no painel.
Na hora da troca, a regra é respeitar a tecnologia que veio de fábrica. Carro que saiu com AGM continua com AGM. Carro que saiu com EFB recebe EFB ou AGM, sempre dentro das especificações do manual. Em muitos modelos, a bateria nova ainda precisa ser registrada no sistema que gerencia a carga, para o carro saber o que está instalado.
Por isso, vale fazer a troca com um especialista, que confere a aplicação certa, testa o sistema elétrico e faz esse registro quando o carro pede.
Fonte original: VARTA.
Produzido com auxílio de IA a partir da fonte oficial. Como fazemos