Por que os pilotos da Fórmula E trocavam de carro no meio da corrida
Nos primeiros anos da categoria, uma carga de bateria não dava para a prova inteira, e a evolução desde então explica o carro de 600 kW que estreia em 2026/27.
Quem viu as primeiras temporadas da Fórmula E lembra de uma cena curiosa: no meio da prova, o piloto entrava no box, saltava do carro e saía acelerando em outro. Não era quebra. Na era do Gen1, o primeiro carro da categoria, que estreou em 2014, uma carga de bateria não dava para a corrida inteira.
A troca acabou na quinta temporada, com a chegada do Gen2. A nova bateria tinha quase o mesmo tamanho e peso da anterior, mas guardava perto do dobro de energia utilizável. Deu para largar e receber a bandeirada com o mesmo carro.
O Gen3, de 2022/23, apostou em outra frente: recuperar energia. O carro passou a regenerar até 600 kW nas frenagens, com motores na traseira e na dianteira. Mais de 40% da energia gasta na corrida volta para a bateria desse jeito.
Revendedores, instaladores e distribuidores do Brasil todoQuero anunciarEm 2025, na etapa de Jidá, a parada nos boxes voltou, só que por outro motivo. No Pit Boost, o carro recebe uma recarga de 600 kW durante 30 segundos e ganha 10% de energia, o equivalente a 3,85 kWh. A parada é obrigatória e vale nas rodadas duplas.
O próximo salto vem na temporada 2026/27, com o Gen4. A bateria, fornecida pela italiana Podium Advanced Technologies, terá até 55 kWh de energia para a corrida. A potência sobe para 600 kW no modo de ataque e na classificação, a regeneração chega a 700 kW e a tração passa a ser integral o tempo todo.
Em pouco mais de uma década, a categoria saiu de dois carros por piloto para um carro só, bem mais potente, que ainda aprendeu a recarregar em meio minuto.
Fonte original: Fórmula E.
Produzido com auxílio de IA a partir da fonte oficial. Como fazemos